terça-feira, 28 de julho de 2015

Patente BMW i equipa bicicleta elétrica

Produzido na fábrica da HNF Heisenberg, componente inovador desenvolvido pela BMW é destaque do modelo XF1

Fonte: BMW Group PressClub Global
A marca BMW i desenvolve e apresenta ao mundo conceitos visionários de mobilidade, design e uma nova compreensão do segmento premium, com uma clara preocupação com sustentabilidade. Por isso, a BMW i também cumpre a função, dentro do BMW Group, de uma incubadora de inovação que vai muito além dos já conhecidos modelos BMW i3 e BMW i8.
Um dos resultados mais recentes dessa estratégia é a patente de um componente inovador. Trata-se de um braço articulado de unidade de transmissão para veículos de duas rodas, que acaba de entrar em produção na fábrica de bicicletas elétricas HNF Heisenberg. O desenvolvimento foi realizado em colaboração com a divisão de Pesquisa e Tecnologia do BMW Group.

Como não havia um uso imediato para a patente, já que o foco da marca BMW i não está em veículos elétricos de duas rodas, a tecnologia foi disponibilizada para uso externo e equipará o modelo eBike Heisenberg XF1. Um pequeno logotipo aplicado nas bicicletas identifica que o produto conta com uma inovação do BMW Group.

A patente da BMW i para o princípio do braço articulado da unidade de transmissão é um novo tipo de tecnologia de estrutura para eBikes com suspensão total – ou amortecimento na frente e atrás – e um motor centralizado. E isto facilita, pela primeira vez, a integração do motor centralizado, das engrenagens e da correia de transmissão em um módulo inovador de suspensão, dispensando, assim, um tensor de correia.

Triumph apresenta novas versões da Tiger 800 e atinge marca de 10.000 motos montadas em Manaus.

A Fábrica  da Triumph, localizada em Manaus (AM), acaba de atingir a marca de 10.000 motocicletas produzidas em somente 34 meses de operação. 

Fonte: G6 Comunicação
A motocicleta número 10.000 é a nova Tiger 800 XR, modelo de entrada da linha Adventure da marca inglesa, que foi completamente reformulado e começa a ser comercializado em agosto no mercado nacional. A nova linha Tiger 800, cujo lançamento no Brasil aconteceu em abril, está ganhando mais duas versões: Tiger 800 XR e Tiger 800 XC, ambas já em produção em Manaus. Os dois novos modelos devem atingir um volume de vendas de 1.000 unidades até dezembro deste ano e custarão R$ 37.690,00 (Tiger 800 XR) e R$ 40.790,00 (Tiger 800 XC). A linha Tiger 800, incluindo todas as versões, deve responder por 70% das vendas da marca no Brasil.

Como nas versões top de linha XRx e XCx, as novas Tiger 800 ganharam visual diferenciado e mais moderno, menor consumo de combustível, desempenho off-road superior e um pacote sofisticado de itens de tecnologia com foco maior no piloto e na condução da motocicleta. A tecnologia com foco no piloto é um dos principais pontos que diferencia a nova Tiger das concorrentes. A motocicleta incorpora uma tecnologia que foi desenvolvida para melhorar a pilotagem na estrada e no off-road. Nas versões XR e XC, isso inclui uma série de recursos, como o sistema de aceleração eletrônico “Ride by Wire”, freio ABS comutável e controle de tração. O sistema ABS comutável é padrão em todos os modelos da linha Tiger 800 e utiliza a mais avançada tecnologia para prevenir o travamento das rodas, garantindo segurança máxima e controle em todas as condições de terreno. O sistema ABS pode ser ligado ou desligado, de acordo com a necessidade do usuário.

O sistema Triumph de Controle de Tração (TTC) também está presente em todas as versões. Este recurso sofisticado previne o giro inesperado da roda traseira, cortando o torque do motor para evitar a perda de aderência lateral, proporcionando máximo controle tanto na estrada como em terrenos off-road. O piloto pode selecionar a sua configuração de TTC para “ligado” ou “desligado”. As novas Tiger 800 XR e XC também vêm equipadas, de série, com computador de bordo que fornece ao piloto informações como tempo de viagem, velocidade média, autonomia e consumo instantâneo de combustível.

O tradicional motor Triumph de três cilindros, com 95 cv de potência, proporciona à motocicleta uma personalidade única e sofisticada. Internamente, os aperfeiçoamentos reduziram ruídos e melhoraram o desempenho. Assim, a nova Tiger 800 conta com um motor extremamente eficiente que fornece força contínua e suave em baixas velocidades, proporciona uma ampla potência na faixa intermediária de rotações e ainda permite ao piloto utilizar a faixa alta de potência, até o limite de 10.000 rpm. Tirar o máximo da personalidade agressiva do motor se tornou mais fácil graças ao mecanismo mais leve e preciso de troca de marchas, que utiliza peças da superesportiva Daytona 675, líder mundial no seu segmento. O consumo de combustível também foi consideravelmente reduzido – em até 17% em um trajeto de “uso misto”, aumentando a autonomia do modelo nas viagens.

Assim como as versões top de linha, as novas Tiger 800 XR e XC ganharam visual diferenciado que inclui nova proteção para o radiador e linhas mais ousadas do painel lateral do tanque de combustível. O novo design deu à moto um estilo mais arrojado e dinâmico. Além de estéticas, algumas mudanças cumprem outras funções. O novo design do tanque, por exemplo, também proporciona uma canalização do ar quente do motor para longe das pernas do piloto.

Além da altura do banco ajustável e do posicionamento do guidão, as novas versões vêm com um tanque grande para a categoria, com capacidade para 19 litros, ajuste rápido de altura para o farol para viagens a dois, tomada elétrica auxiliar próxima à ignição e protetor de cárter – tudo de série. As duas versões serão comercializadas no mercado brasileiro em duas opções de cores: branco (Crystal White) e preto (Phantom Black).

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Casal aventureiro vai percorrer 18 mil quilômetros de moto

Guga Dias e Elda Silveira

Guga e Elda pretendem conhecer 50 vulcões na Cordilheira dos Andes

Fonte: Engenharia de Comunicação
Apaixonados por moto turismo, o casal Guga Dias e Elda Silveira partirão para sua maior aventura sobre duas rodas. Serão 18 mil quilômetros a fim de conhecer de perto 50 vulcões na Cordilheira dos Andes.

A viagem está programa para início de agosto e terá duração dois meses. O percurso cruza a Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e norte do Chile, e prevê, além das rodovias, muita estrada de chão.
Guga e Elda planejam fotografar e filmar esses gigantes, nem sempre adormecidos. Em alguns vulcões as imagens serão registradas de perto, a cerca de 6.000 metros de altitude. “Não somos esportistas natos, então estamos nos preparando física e mentalmente para resistir ao esforço de escalar vulcões em elevadas altitudes, onde o mínimo passo leva facilmente a exaustão” – ressalta Elda, garupa, fotógrafa e responsável pelo making off do documentário que o casal pretende lançar quando voltarem para casa.
Diariamente serão postados relatos, fotos e vídeos desta aventura no site Diário de Motocicleta, mantido pelo casal e patrocinado pelos Equipamentos TEXX – marca de acessórios e vestuário da Laquila.

Matthieu Lussiana surpreende na última volta e conquista 3ª vitória para BMW Motorrad Petronas Racing

Luciano Ribodino também conquista posição no pódio para equipe alemã com o terceiro lugar; • Francês bate novamente o recorde da pista com a volta mais rápida em Campo Grande.

Fonte: BMW Group PressClub Brazil
A emocionante etapa de Campo Grande (MS) da Moto 1000 GP teve um vencedor confirmado apenas na última curva. E foi surpreendente. Com uma manobra impecável, Matthieu Lussiana tomou a ponta do argentino Diego Pierluigi e conquistou a terceira vitória na competição.
Nem o forte calor da capital sul-mato-grossense foi suficiente para interferir na emocionante disputa. Com o desgaste maior dos pneus causado pelo calor do asfalto, a troca de posições foi intensa e apenas na última volta foi possível definir um vencedor. Melhor para a equipe BMW Motorrad Petronas Racing que conquistou a dobradinha com triunfo do francês e o terceiro lugar do bicampeão Luciano Ribodino.
Esta foi a terceira vitória do francês na temporada 2015 do Moto 1000 GP. Mas o dono da BMW S 1000 RR #1 não teve vida fácil no autódromo internacional Orlando Moura. O atual campeão fez a pole position, conseguiu manter a liderança na pista por quase toda a corrida, mas perdeu rendimento nas últimas voltas com o desgaste dos pneus. Superado por Pierluigi, Lussiana encontrou, apenas na última volta, uma maneira de recuperar a liderança, em um trecho de curva lenta, e garantir a vitória.

"Foi difícil para mim. A moto mudou muito durante a corrida, principalmente na parte dianteira, e estava complicado de guiar. O Pierluigi vinha forte e ficamos disputando o primeiro lugar. Mas aí me lembrei da corrida de Goiânia, quando ele me passou na última volta, e pensei: Aqui não, essa corrida é minha. Então eu ousei, fiz uma manobra na volta final em um lugar onde quase não dava para passar e garanti a vitória. Estou muito feliz por esse resultado", comemorou o piloto que manteve a liderança do campeonato, com 101 pontos.

Substituindo Sebastian Porto, o bicampeão Luciano Ribodino mostrou que está afiado e fez grande corrida em Campo Grande para conquistar o terceiro lugar, mesmo após perder algumas posições durante a corrida.
Com a vitória, Lussiana abre vantagem de 28 pontos sobre Diego Pierluigi na liderança do torneio. Sem participar da etapa, Sebastian Porto aparece em 7º, com 29 pontos, enquanto Ribodino é o 13º com 16 pontos. A próxima etapa será no dia 30 de agosto em Curitiba.

GP Light
Se a equipe da BMW teve um fim de semana para ser lembrado na Moto 1000 GP, o resultado na GP Light deverá ser esquecido. A bordo da BMW S 1000 RR #19, Luciano Donato largou em nono e defendeu a posição durante a abertura da prova. A boa largada, no entanto, foi substituída por uma escapada, em direção a grama, ainda nas voltas iniciais. Desequilibrado, o paulista caiu e não completou a nona etapa do ano na competição.

Classificação da GP 1000 após quatro etapas (Top-10):
1º) Matthieu Lussiana, 101
2º) Diego Pierluigi, 73
3º) Miguel Praia, 60
4º) Wesley Gutierrez, 51
5º) Sebastiano Zerbo, 37
6º) Danilo Lewis, 32
7º) Sebastian Porto, 29
8º) Nick Iatauro, 23
9º) Diego Pretel e Philippe Thiriet, 22
13º) Luciano Ribodino, 16

Classificação da GP Light - após quatro etapas (Top-12):
1º) Rafael Nunes, 88
2º) Marcelo Dahmer, 73
3º) Henrique Castro, 57
4º) Jean Vieira, 46
5º) Ricardo Levy, 36
6º) Marcos Ramalho, 31
7º) Ricardo Negretto, 29
8º) Diogo Ramos, 27
9º) Edson Luiz e Pedro Lins, 23
11º) Erlon Franco, 22
12º) Luciano Donato, 16

Na primeira vitória de Dahmer, GP Light tem três marcas no pódio do Moto 1000 GP

Marcelo Dahmer

Gaúcho da K Racing leva Honda ao pódio do GP Campo Grande e reduz vantagem do líder do Brasileiro de Motovelocidade

Fonte: Grelak Comunicação
A galeria de pilotos vencedores da categoria GP Light no Moto 1000 GP ganhou neste domingo (26) seu 18º nome. Marcelo Dahmer, gaúcho que pilota a Honda número 49 da K Racing, conquistou de ponta a ponta a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Com o resultado, o piloto da cidade de Três de Maio manteve a vice-liderança da temporada e reduziu a 15 pontos sua desvantagem em relação ao paranaense Rafael Nuns.
A corrida no Autódromo Internacional de Campo Grande teve pilotos de três marcas diferentes de motocicletas no pódio. Além da Honda, que venceu com Dahmer, a festa de premiação teve a presença da Suzuki e da Kawasaki. Nunes, piloto do Team Suzuki-PRT, cruzou a linha de chegada em segundo, a menos de três segundos do vencedor. O brasiliense Henrique Castro, da City Service BSB Motor Racing, alcançou o terceiro lugar na última volta.

Nunes e Dahmer chegaram a Campo Grande separados por 20 pontos no topo da tabela de classificação do Brasileiro de Motovelocidade. O gaúcho obteve o ponto de bonificação pela conquista da pole position; o paranaense anotou o ponto de bônus pela volta mais rápida da corrida. Com isso, a queda na diferença deu-se pelos cinco pontos a mais marcados pelo vencedor após as 14 voltas de prova. Nunes lidera com 88 pontos, contra 73 de Dahmer.

Os dois primeiros na corrida e no campeonato estiveram no pódio três vezes, cada, em 2015. Nunes foi vencedor da primeira etapa, em Curitiba, e da terceira, em Goiânia, além de obter a segunda colocação neste domingo no GP Campo Grande – em Cascavel, na segunda prova, foi quarto. Dahmer, depois do quinto lugar em Curitiba, foi segundo em Cascavel, terceiro em Goiânia e, em Campo Grande, comemorou a primeira pole a primeira vitória.

Dada a largada, enquanto Marcelo Dahmer manteve-se à frente, Sandro Campos provocou uma reação efusiva da torcida ao ultrapassar Rafael Nunes para assumir a vice-liderança da corrida. Edson Luiz e Luciano Donato tiveram quedas na segunda volta – Donato conseguiu voltar à disputa. Campos seguia provocando reações da torcida nas arquibancadas e nos camarotes ao reduzir a vantagem de Dahmer à razão de um décimo de segundo por volta.

Enquanto os dois primeiros distanciavam-se dos demais e Dahmer abria em relação ao rival sul-mato-grossense, a disputa pelo terceiro lugar seguia acirrada entre Rafael Nunes, Pedro Lins, Henrique Castro e Jean Vieira. Castro tomou o quarto lugar de Lins na abertura da sétima volta, instantes antes de Vieira sair da pista e perder contato com o pelotão. A partir da metade, a prova assumiu um contexto bastante favorável a Dahmer.

Nunes, pressionado por Castro, começou a se aproximar de Campos. O paranaense do Team Suzuki-PRT, líder da temporada, ultrapassou o piloto da casa na décima volta da corrida, ao fim da reta oposta. Em terceiro, Campos mal percebia as manifestações de apoio dos torcedores enquanto tratava de se manter à frente de Castro – que havia conquistado na etapa de Campo Grande a sua primeira vitória na GP Light, em 2013 – e Lins.

MOTO 1000 GP – GP CAMPO GRANDE – GP LIGHT
(Resultado da quarta etapa do Brasileiro após 14 voltas)
1º) Marcelo Dahmer (RS/Honda), K Racing, 21min25s427
2º) Rafael Nunes (PR/Suzuki), Team Suzuki-PRT, a 2s960
3º) Henrique Castro (DF/Kawasaki), City Service BSB Motor Racing, a 7s239
4º) Sandro Campos (MS/Kawasaki), Fura 300 Racing, a 8s005
5º) Pedro Lins (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, a 8s017
6º) Jean Vieira (SC/Kawasaki), MS Racing Team, a 12s677
7º) Ricardo Levy (SP/Ducati), DRT, a 27s574
8º) Márcio Pereira (SC/BMW), MS Racing Team, a 28s776
9º) Erlon Franco (MS/Kawasaki), Target Race Superbike Team, a 44s732
10º) Marcos Ramalho (PR/Kawasaki), 2MT-PRT, a 51s227

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Moto 1000 GP tem sol e calor no fim de semana do GP Campo Grande

Quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade dá início à programação de treinos oficiais nesta sexta-feira

Fonte: Grelak Comunicação
Pilotos e equipes do Moto 1000 GP voltaram a experimentar o circuito de 3.504 metros do Autódromo Internacional de Campo Grande nesta quinta-feira (23). A programação de treinos extraoficiais para todas as categorias marcou o início da preparação de maioria dos inscritos para as provas da quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, que serão disputadas no domingo (26), marcando o encerramento da primeira metade da temporada.
Os treinos desta quinta tiveram adesão opcional, como já é hábito nos dias que antecedem as etapas do campeonato. A partir da manhã desta sexta-feira (24) as sessões de treinos terão na pista os pilotos da GP 1000/GP 1000 Evo, GP Light, GP 600/GP 600 Evo e GPR 250, em programação oficial do GP Campo Grande. As quatro categorias, incluídas as duas versões da classe Evo, vão totalizar mais de 80 pilotos no evento do fim de semana.

Os treinos extraoficiais desta quinta deram aos pilotos o primeiro contato com o traçado de Campo Grande. “A pista está bem melhor que da última vez em que viemos aqui”, atestou o promotor do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler, citando a penúltima etapa da temporada de 2013. A meteorologia indica sol e calor durante todo o fim de semana da etapa, com a temperatura chegando a 25 graus centígrados no dia das corridas do GP Campo Grande.

Os treinos classificatórios de sábado terão início às 11h locais, 12h de Brasília, com transmissão ao vivo do sitemoto1000gp.com.br. No domingo, o GP Campo Grande terá transmissão dos canais esportivos Esporte Interativo e Bandsports, da Band Internacional e do portal Terra a partir das 12h locais, 13h de Brasília. Serão exibidas ao vivo e na integra as provas da GPR 250 e da GP 1000, além de VTs compactos da GP 600 e da GP Light.

(Confira os horários de todos os treinos e corridas da etapa quarta)
Sexta-feira, 24 de julho
9h00 – primeiro treino livre da Cup Escola (20 minutos)
9h30 – primeiro treino livre da GPR 250 (20 minutos)
10h00 – primeiro treino livre da GP 600/GP 600 Evo (20 minutos)
10h30 – primeiro treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (20 minutos)
11h00 – primeiro treino livre da GP Light (20 minutos)
11h30 – segundo treino livre da Cup Escola (20 minutos)
12h00 – segundo treino livre da GPR 250 (20 minutos)
13h00 – segundo treino livre da GP 600/GP 600 Evo (20 minutos)
13h30 – segundo treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (20 minutos)
14h00 – segundo treino livre da GP Light (20 minutos)
14h30 – terceiro treino livre da Cup Escola (20 minutos)
15h00 – terceiro treino livre da GPR 250 (20 minutos)
15h30 – terceiro treino livre da GP 600/GP 600 Evo (20 minutos)
16h00 – terceiro treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (20 minutos)
16h30 – terceiro treino livre da GP Light (20 minutos)

Sábado, 25 de julho
8h20 – quarto treino livre da Cup Escola (25 minutos)
8h55 – quarto treino livre da GPR 250 (25 minutos)
9h25 – quarto treino livre da GP 600/GP 600 Evo (25 minutos)
9h55 – quarto treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (25 minutos)
10h25 – quarto treino livre da GP Light (25 minutos)
11h00 – treino classificatório Q1 da GPR 250 (20 minutos)
11h25 – treino classificatório Q1 da GP 600/GP 600 Evo (20 minutos)
11h55 – primeiro treino classificatório da Cup Escola (20 minutos)
13h10 – treino classificatório Q1 da GP 1000/GP 1000 Evo (20 minutos)
13h35 – treino classificatório Q1 da GP Light (20 minutos)
14h15 – treino classificatório Q2 da GPR 250 (10 minutos)
14h30 – treino classificatório Q2 da GP 600/GP 600 Evo (10 minutos)
14h45 – treino classificatório Q2 da GP 1000/GP 1000 Evo (10 minutos)
15h00 – treino classificatório Q2 da GP Light (10 minutos)
15h20 – segundo treino classificatório da Cup Escola (20 minutos)

Domingo 26 de julho
8h10 – warm up da GP 600/GP 600 Evo (10 minutos)
8h30 – warm up da GP Light (10 minutos)
8h50 – warm up da GPR 250 (10 minutos)
9h10 – warm up da GP 1000/GP 1000 Evo (10 minutos)
9h50 – largada da GP 600/GP 600 Evo (14 voltas)
10h50 – largada da GP Light (14 voltas)
11h20 – warm up da Cup Escola (10 minutos)
12h05 – largada da GPR 250 (11 voltas)
12h55 – largada da GP 1000/GP 1000 Evo (16 voltas)
13h55 – largada da Cup Escola (10 voltas)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Moto 1000 GP: Evento em Campo Grande acirra disputa pela liderança do Brasileiro

Quarta etapa do Brasileiro de Motovelocidade terá suas corridas neste domingo, com transmissão ao vivo a partir das 13h de Brasília

Fonte: Grelak Comunicação.
O Campeonato Brasileiro de Motovelocidade terá neste domingo (26) as corridas da quarta de suas oito etapas. O GP Campo Grande colocará em jogo a liderança das quatro categorias e das duas classes especiais do Moto 1000 GP, que cumpre sua quinta temporada e leva seu evento pela segunda vez ao circuito de 3.504 do Autódromo Internacional de Campo Grande. A expectativa é de público aproximado de 15.000 espectadores no dia das provas.
Na GP 1000, categoria principal do Moto 1000 GP, a liderança é do atual campeão Matthieu Lussiana. O francês da BMW Motorrad Petronas Racing foi vencedor das duas primeiras provas do ano e soma 74 pontos, 21 a mais que o vice-líder argentino Diego Pierluigi, que venceu a corrida de 2013 em Campo Grande e vem de vitória na etapa de junho em Goiânia, que teve em disputa o GP Michelin – ele compete com a Kawasaki da JC Racing Team.

Pilotos de quatro países ocupam as quatro primeiras posições na tabela da GP 1000. Em terceiro aparece o português Miguel Praia, piloto da Honda da Center Moto Racing Team, com 47 pontos. O quarto, com 40, é o paranaense Wesley Gutierrez, atual vice-campeão, que corre com a Kawasaki da Motonil Motors-PDV Brasil. Uma vitória no Moto 1000 GP vale 25 pontos – há um ponto de bonificação pela pole position e outro pela volta mais rápida da corrida.

Na GP 600, o paulista Eric Granado, da GST Honda Mobil Super Moto, defende sua invencibilidade. Competindo simultaneamente no Europeu de Velocidade, ele lidera o Brasileiro com 80 pontos. O argentino Juan Solorza, com a Yamaha da Solorza Competición, está em segundo com 40, três à frente do paranaense Joelsu Mitiko, inscrito com a Kawasaki da Paulinho Superbikes. O carioca Alex Pires, com a Honda da Center Moto Racing Team, soma 36.

A GP Light, tal qual ocorre na GP 1000, tem pilotos de três marcas de motocicletas nas três primeiras posições. O líder é o paranaense Rafa Nunes, do Team Suzuki PRT. Ele soma 67 pontos, 20 a mais que o gaúcho Marcelo Dahmer, inscrito com a Honda da K Racing. O brasiliense Henrique Castro, da City Service BSB Motor Racing, somou 41 pontos com sua Kawasaki e aparece em terceiro – Castro venceu a etapa de Campo Grande em sua categoria.

A categoria de formação de pilotos GPR 250 tem liderança do paulista Ton Kawakami. Com duas vitórias e um segundo lugar em três etapas, o piloto da Playstation-PRT chegou a 71 pontos e tem garantida a manutenção de sua liderança com qualquer resultado no GP Campo Grande. O sul-mato-grossense Brian David, da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, é o segundo com 38, um à frente do campeão Meikon Kawakami, irmão e companheiro de equipe de Ton.

PROGRAMAÇÃO: a corrida da categoria GP 600 será a primeira da programação do GP Campo Grande, com largada às 10h30 (de Brasília) para 14 voltas. Em seguida, às 11h50, será aberta a GP Light, também com percurso de 14 voltas. A série de formação de pilotos GPR 250 terá início às 13h05, para 11 voltas. A GP 1000, atração principal do Brasileiro de Motovelocidade, terá sua prova iniciada às 13h55, com percurso de 16 voltas pelo traçado de 3.504 metros.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Quarta etapa do Moto 1000 GP leva “evento superior e evoluído” a Campo Grande

Autódramo de Campo Grande-MS 

Promotor compara fase atual do Brasileiro de Motovelocidade à da época em que a Cidade Morena recebeu o evento pela primeira vez

Fonte: Grelak Comunicação
A quarta etapa, que marca o encerramento da temporada, leva o Moto 1000 GP pela segunda vez ao Autódromo Internacional de Campo Grande. As corridas deste domingo (26), nas categorias GP 1000, GP 600, GP Light e GPR 250, vão apresentar à torcida da capital de Mato Grosso do Sul, segundo seu promotor Gilson Scudeler, “um espetáculo bem superior” ao da primeira edição do GP Campo Grande, disputada em novembro de 2013.
“Desde que estivemos na cidade pela primeira vez, há quase dois anos, o Moto 1000 GP cresceu em todos os sentidos. Cresceu em qualidade, tornou-se um evento mais maduro e ainda mais competitivo”, avalia Scudeler. “Nossa infraestrutura também cresceu, o campeonato evoluiu em planejamento. Tudo isso nos permite afirmar, sem medo de errar, que o espetáculo para o público de Campo Grande terá ainda mais nível que na primeira vez”.

Os pilotos que já integravam o Moto 1000 GP na temporada de 2013 vão perceber mudanças no que diz respeito às melhorias executadas no circuito. “A pista hoje está em condições bem melhores”, atesta Scudeler, que está desde a semana passada coordenando a montagem do evento. “No primeiro evento aqui tivemos de improvisar muita coisa. A experiência de 2013 vai nos ajudar a preparar uma festa ainda maior para a motovelocidade brasileira”.

O Moto 1000 GP coloca em disputa os títulos do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em quatro categorias. O francês Matthieu Lussiana, piloto de uma BMW, é o líder da GP 1000. A GP Light tem liderança do paranaense Rafa Nunes, que pilota uma Suzuki. A GP 600 e a GPR 250, respectivamente, têm liderança dos paulistas Eric Granado e Ton Kawakami, que competem com motos Honda. O GP Campo Grande terá participação de mais de 80 pilotos.