segunda-feira, 29 de junho de 2015

Em Goiânia, Pierluigi vence e interrompe sequência de vitórias de Lussiana

Disputa intensa entre os dois provoca quebra do recorde da pista na última volta da GP 1000

Fonte: Grelak Comunicação
Após disputa emocionante, o argentino Diego Pierluigi, da JC Racing Team, quebrou a sequência de vitórias do francês Matthieu Lussiana, da BMW Motorrad Petronas Racing, assumindo a primeira colocação no pódio da GP 1000, principal categoria do Moto 1000 GP, neste domingo (28), no Autódromo Ayrton Sena, em Goiânia.
Em briga apertada, Pierluigi que havia pressionado o francês em outros momentos da competição, voltou a atacar nas duas últimas voltas e na abertura da última volta “roubou” o primeiro lugar. “Foi uma boa corrida, tanto a do Matthieu quanto a minha. Nós dois erramos em um algum momento da corrida, primeiro eu atrás dele e depois, ele errou na abertura da última volta. A corrida poderia ter sido vencida por qualquer um dos dois”, afirmou o vencedor do GP Michelin, na categoria GP 1000. Ele também afirmou estar feliz pela vitória, “Nunca havia passado tanto tempo sem ganhar uma corrida no campeonato, mas segui trabalhando duro junto com a equipe”.

Na segunda volta o argentino bateu o recorde na pista em 1min24s161. Esse mesmo recorde foi quebrado por Matthieu Lussiana na última volta quando tentava recuperar, em vão, a primeira posição. O francês fez o menor tempo em 1min23s968.

Vencedor da etapa goiana disputada em 2014 e das duas primeiras provas deste ano, Matthieu Lussiana afirmou não estar muito bem com a moto, mas feliz por ter terminado a corrida. “O importante é o campeonato. Infelizmente não me senti muito bem com a moto, não estava com um bom sentimento. Errei na abertura da última volta e quase consegui passar de novo”.

A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade foi marcada também por forte disputa pelo terceiro lugar que ficou com o português Miguel Praia, da Center Moto Racing Team. Durante a prova, a posição foi disputada também pelos brasileiros Wesley Gutierrez, da Motonil Motors - PDV Brasil e Danilo Lewis, da Tecfil Racing Team.
Praia afirmou que considerou a corrida muito difícil fisicamente. “Não sabíamos muito bem qual seria o comportamento da nossa moto na segunda metade da corrida e não foi muito bom,” lamentou o português.

O piloto conta também que perdeu muito grip depois da sexta volta e não conseguiu virar em 1min24s e então passou a fazer tempos em 1min25s. “A partir daí apareceu o Gutierrez e depois o Lewis, mas conseguimos defender bem a posição. Fiquei um pouco desapontado porque não consegui manter o ritmo do Lussiana e o Pierluigi,” finalizou Miguel Praia.

Na classe Evo, o paulista Nick Iatauro, do Team Suzuki PRT, comemorou o primeiro lugar no pódio ao lado de Diego Pretel, da DRT e Alessandro Andrade, da Rupper’s Extra Power, que ficaram com o segundo e o terceiro lugares, respectivamente.

Satisfeito com seu desempenho, Iatauro afirmou que largou bem. “Mantive o mesmo ritmo de treino nas dez primeiras voltas”. O segundo no pódio da Evo, Diego Pretel disse estar completamente sem referência e sem preparo físico. “Estou com o ombro contundido e fiquei e perdi um pouco de parâmetro para correr”.
Já Alessandro Andrade que corre em Goiânia pelo Campeonato Goiano falou que estranhou a pista porque usa outra marca de pneu. “Isso muda o acerto da moto e eu jamais tinha corrido com pneu slick”, destacou o goiano ao garantir que está muito feliz e contente com o resultado.

GP MICHELIN – GOIÂNIA – GP 1000
(Resultado final da terceira etapa após 18 voltas)
1º) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, GP 1000, com 25min34s959
2º) Matthieu Lussiana (FRA/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, GP 1000, a 0s055
3º) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing Team), Honda, GP 1000, a 15s400
4º) Danilo Lewis (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, GP 1000, a 15s625
5º) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, GP 1000, a 23s363
6º) Sebastiano Zerbo (ITA/Target Race Superbike Team), Kawasaki, GP 1000, a 25s596
7º) Nick Iatauro (SP/Team Suzuki PRT), Suzuki, GP 1000 Evo, a 57s277
8º) Philippe Thiriet (MG/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, GP 1000, a 1min09s183
9º) Diego Pretel (SP/DRT), Ducati, GP 1000 Evo, a 1min15s085
10º) Alessandro Andrade (GO/Rupper’s Extra Power), Kawasaki, GP 1000 Evo, a 1 volta

Rafael Nunes vence de ponta a ponta a GP Light em Goiânia

Prova do Moto 1000 GP teve interrupção e nova largada devido algumas quedas

Fonte: Grelak Comunicação.
Com ampla vantagem sobre os demais pilotos, o pole position Rafael Nunes, da Team Suzuki PRT, foi vencedor de ponta a ponta do GP Michelin na categoria GP Light, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, na manhã deste domingo (28). “Deu tudo certo, fiz uma boa largada e consegui manter o ritmo da corrida”, disse o piloto que fez a volta mais rápida da competição em 1min28s074. Nunes que continua líder do campeonato com 67 pontos atribuiu à vitória, em boa parte, ao trabalho de sua equipe.
O brasiliense Henrique Castro, da City Service BSB Motor Racing, não conseguiu acompanhar o ritmo de Nunes e terminou a corrida da terceira etapa do Moto 1000 GP, válida pelo Campeonato Brasileiro de Motovelocidade na mesma posição que largou, a segunda. Castro considerou excelente o segundo lugar. “Fiz uma boa corrida, apesar de ter tido um certo desgaste”.

O terceiro lugar no pódio ficou para Marcelo Dahmer, piloto da K Racing que havia largado da nona posição. “O fim de semana foi complicado com duas quedas nos treinos, mas larguei bem, tentei acompanhar o ritmo dos ponteiros, mas não deu”, lamentou o gaúcho afirmando que mesmo assim ficou muito feliz com o pódio.

Dahmer fez uma primeira largada impressionante e liderou o início de prova, saindo do nono para o primeiro lugar. Mas, na segunda volta, um acidente envolvendo o piloto da Target Race Superbike Team, Marcos Prata, causou à interrupção da corrida. O piloto foi conduzido pelo médico do evento, Dr. Carlos Wahle, ao Hospital de Urgência de Goiás – HUGO. Ele estava clinicamente estável e consciente, com suspeitas de fratura de bacia. Uma nova largada foi autorizada instantes depois.

Na relargada Marcelo Dahmer, fez também uma boa largada, mas não superou Nunes, alcançado o terceiro lugar no pódio. Luciano Donato, da BMW Motorrad Petronas Racing, não fez a relargada devido a um problema com a moto.

Na segunda volta da relargada, o carioca Pedro Lins, da Center Moto Racing, que largou em terceiro, abandonou a prova depois de uma queda.
A disputa em todas as posições deixou a competição mais acirrada. O vencedor do Moto 1000 GP na categoria GP Light, Rafael Nunes, abriu boa vantagem sobre o segundo colocado, Henrique Castro, a partir da quinta volta.

Até a sexta volta Nunes era o único piloto a completar a volta em 1min28. O piloto da Team Suzuki PRT vem brigando pelas primeiras posições desde os primeiros treinos. Já a briga pelo terceiro lugar que esquentou o final da corrida, acabou quando Jean Vieira, da MS Racing Team, caiu.

GP MICHELIN – GOIÂNIA – GP LIGHT
(Resultado final da terceira etapa após 16 voltas)
1º) Rafael Nunes (PR/Team Suzuki PRT), Suzuki, 23MIN54S743
2º) Henrique Castro (DF/City Service BSB Motor Racing), Kawasaki, a 8s197
3º) Marcelo Dahmer (RS/K Racing), Honda, a 19s613
4º) Diogo Ramos (SC/SBK Moto Racing), Kawasaki, a 36s364
5º) Ricardo Negretto (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, a 36s897
6º) Ricardo Levy (SP/DRT), DRT-Ducati, a 47s137
7º) Edson Luiz (SC/2MT-PRT), Kawasaki, a 48s227
8º) Luciano Donato (SP/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, a 50s784
9º) Thiago Fonseca (PE/Center Moto Racing Team, Honda, a 1min12s845
10º) Erlon Franco (MS/Target Race Superbike Team), Kawasaki, a 1min13s717

Granado vence GP Michelin de ponta a ponta na GP 600

Eric Granado

Piloto dominou a corrida, venceu a terceira consecutiva e fez a volta mais rápida da prova do Moto 1000 GP

Fonte: Grelak Comunicação
Eric Granado, da GST Honda Mobil Super Moto, comemorou mais uma vez o primeiro lugar no pódio do Moto 1000 GP, na categoria GP 600. Em prova disputada neste domingo (28) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, Joelsu Silva, piloto da Paulinho Superbikes e Matheus Oliveira, da Tecfil Racing Team, ocuparam o segundo e terceiro lugar respectivamente.
Granado, que venceu as duas primeiras etapas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, fez também a volta mais rápida da corrida em 1min27s739. “Quero agradecer minha equipe. Em relação à prova, tive um problema com a tração na parte traseira da moto e não conseguir baixar de 1min27 alto”, afirmou o paulista.

Cautela e ampla vantagem em relação aos demais pilotos marcaram a prova de Eric Granado. Após manter um forte ritmo no início da prova, ele decidiu ser cauteloso para terminar a prova em segurança. “Tive que diminuir o ritmo no final para ultrapassar os retardatários com segurança e não atrapalhar também a disputa deles”.

O paranaense Joelsu Silva, que mostrou boa evolução durante a prova, acredita que fez uma corrida de estratégias. “O Eric imprimiu um ritmo muito forte e a pista estava muito quente. Nós tivemos muito trabalho no fim de semana por causa do estrago no meu motor durante os treinos”, contou.

Já na segunda volta Matheus Oliveira, da /Tecfil Racing Team, que largou em quarto, ultrapassou Ian Testa - piloto da Motonil Motors PDV/Brasil - que ocupava a terceira colocação. Testa chegou a recuperar a posição, mas não manteve ritmo e perdeu novamente para Oliveira. “Estou contente com o resultado. Pelo o que fizemos nos treinos do fim de semana, já esperávamos esta terceira posição”, disse Oliveira ao garantir que irá fazer um melhor acerto de moto para a próxima etapa.

O piloto Lucas Bittencourt, companheiro de equipe de Joelsu, caiu logo na primeira volta e abandonou a prova. Thiago Oliveira, da DLT - GP Racing, teve um problema com a moto, chegou a sair da pista, mas voltou para competição.

A corrida terminou com bandeira vermelha devida a queda de Márcio Bortolini (City Service BSB Motor Racing), que compete pela GP 600 Evo, na última volta. A moto ficou em posição delicada, mas o piloto passa bem e não precisou ser encaminhado para uma unidade hospitalar.

Na classe Evo, Marciano Santin, da Santin Racing, confirmou favoritismo apresentado nos treinos e ocupou o primeiro lugar no pódio na categoria dos pilotos em estágio de evolução, que compartilham o grid com a GP 600. “Estou Satisfeito com o resultado, cheguei em quinto lugar na classificação geral competindo com esses pilotos de primeira linha,” afirmou ao garantir que já começa a pensar em administrar o campeonato a partir da próxima etapa. “Vou animado para Campo Grande”, completou ele, sobre a próxima etapa.

Em segundo lugar na Evo, ficou Douglas Pecoraro, da Walmax Racing, “Estou em estágio de adaptação à moto ao pneu Michelin, por isso faltou um pouco para eu brigar pela vitória”, lamentou. O terceiro a compor o pódio, Flávio Pavanelli (SP/Motonil Motors-PDV Brasil) destacou ter feito uma corrida tranquila. “Tive dificuldade nas últimas voltas, mas estou feliz com o resultado, agradeço a Deus e à equipe”.

GP MICHELIN – GOIÂNIA – GP 600
(Resultado final da terceira etapa após 16 voltas)
1º) Eric Granado (SP/GST Honda Mobil Super Moto), Honda, GP 600, com 20min46s137
2º) Joelsu da Silva (PR/Paulinho Superbikes), Kawasaki, GP 600, a 17s943
3º) Matheus Oliveira (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, GP 600, a 25s192
4º) Ian Testa (DF/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, GP 600, a 31s463
5º) Marciano Santin (RS/Santin Racing), Honda, GP 600 Evo, a 1min02s415
6º) Sérgio Laurentys (SP/GST Honda Mobil Super Moto), Honda, GP 600, a 1min03s483
7º) Alex Pires (RJ/Center Moto Racing Team), Honda, GP 600, a 1min05s649
8º) Douglas Pecoraro (SP/Walmax Racing), Kawasaki, GP 600 Evo, a 1min11s697
9º) Flávio Pavanelli (SP/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, GP 600 Evo, a 1min21s249
10º) Marcus Trota (SP/MotoM), Yamaha, GP 600, a 1min22s078

Ton Kawakami vence disputa apertada na GPR 250 do GP Michelin

Estreante, a piloto Indy Munhoz do DF, aperta líder e quebra recorde da pista na categoria em Goiânia

Fonte: Grelak Comunicação
Disputa intensa e inédita na categoria formação GPR 250 fechou o domingo (28) de competições do GP Michelin, terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, no Autódromo Ayrton Sena, em Goiânia (GO).
O paulista e líder do campeonato do Moto 1000 GP, Ton Kawakami, da Playstation-PRT, protagonizou uma disputa acirrada nas últimas voltas com a piloto Indy Munoz, da City Service BSB Motor Racing, que competiu pela primeira vez. Ela subiu ao pódio em segundo lugar ao lado de Kawakami e Guilherme Brito, da Team Estrella Galicia 0,0 Alex Barros, que ocupou o terceiro lugar.

Ton que fez um bom desempenho nos treinos livres do fim de semana afirmou que considerou a corrida muito difícil. “Os pilotos estavam caindo, o piso estava escorregando. Usei a cabeça e deixei tudo pra última volta”, contou.

A segunda colocada, Indy Munoz que largou em décimo lugar, comemorou a ótima atuação na prova. “Foi muito emocionante, eu não esperava esse resultado. Agradeço a toda à equipe”, disse a piloto ao informar que a moto, uma Honda CBR 250, estava excelente. Ela bateu o recorde na pista em 1min48s517, contra a marca anterior de 1min49s471, estabelecida por Herbert Pereira no ano passado.

Já Guilherme Brito que subiu pela primeira vez ao pódio destacou que no início da corrida não estava conseguindo imprimir ritmo muito bom. “Infelizmente, deixei o pessoal escapar, mas consegui o pódio após algumas quedas. Estou muito feliz,” ressaltou.

O pole position Brian David, companheiro de equipe de Brito, que liderava a competição na quarta volta, caiu após se chocar com Meikon Kawakami que também caiu e saiu da prova. “Fui passar o Brian, na hora que tentei frear, o câmbio bateu no chão acho que pode ter aliviado a frente”, disse Kawakami que contou ter pedido desculpas ao Brian e a toda equipe dele.

GP MICHELIN – GOIÂNIA – GPR 250
(Resultado final da terceira etapa após 12 voltas)
1º) Ton Kawakami (SP/Playstation-PRT), Honda, 22min07s469
2º) Indy Munoz (DF/City Service BSB Motor Racing), Honda, a 0s585
3º) Guilherme Brito (SP/Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros), Honda, a 14s831
4º) Diogo Moreira (SP/Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros), Honda, a 17s387
5º) Claudio Aleixo (GO/Arthur Racing), Honda, a 17s413
6º) Gustavo Gil (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, a 17s700
7º) Felipe Gonçalves (PR/Paulinho Superbikes), Honda, a 35s728
8º) José Duarte (CE/Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros), Honda, a 39s089
9º) Niko Ramos (SP/M2B Racing), Kawasaki, a 41s529
10º) Willian Ribeiro (SP/WWR Moto Import), Kawasaki, a 52s693

sábado, 27 de junho de 2015

Yamaha 250 e Fazer 150 são renovadas para 2016

Agora com motor flex e preço sugerido de R$ 14.150. A pequena Fazer teve a ergonomia recalibrada e repaginação de cores.

Publicado no portal G1.com em 26/06/2015.
A Yamaha revelou nesta sexta-feira (26) o modelo 2016 da XTZ 250 Lander. Como principal novidade, a motocicleta de uso misto passa a contar com sistema flex em seu motor, podendo assim rodar com gasolina, etanol ou ambos.
Mantendo a identidade visual e o restante de sua base, a Lander 250 recebeu novo painel, piscas cristal e grafismos aplicados às novas cores branca e cinza, que se somam às opções azul e laranja.
Com preço sugerido de R$ 14.150, a Lander 250 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha a partir da segunda quinzena de julho. Mantendo a mesma base do modelo antigo, o motor 1 cilindro e 249,45 cc rende 20,9 cavalos de potência máxima.

Fazer 150 recebe posição de pilotagem mais esportiva
Para o modelo 2016, a urbana Fazer 150 também recebeu pequenas alterações, as primeiras desde o seu lançamento em 2013. A principal é a nova posição de pilotagem, levemente mais esportiva do que a versão antiga. O guidão ficou mais baixo e as pedaleiras mais recuadas.

Contrapesos nas pontas do guidão, espelhos herdados da Fazer 250 cc e as novas cores vermelho magenta e azul também são novidades - as partes do motor, garfo dianteiro e alça da garupa receberam a cor preta.
As alças para o garupa foram redesenhadas e agora são de alumínio, enquanto o painel ganhou relógio, função fuel trip, lampejador de farol alto e indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência.

Com preço sugerido de R$8.960, a Fazer 150 estará disponível nas lojas a partir da segunda quinzena de julho.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Brasilia Motocapital 2015: Trilhão entra no calendário oficial do evento.

Este ano o trilhão vai ser realizado no sábado, dia 25, a partir das 9 horas da manhã.

Fonte: Brasilia Moto Capital
O número de adeptos das trilhas off road de moto só cresce no País. O sucesso é tanto que pelo terceiro ano consecutivo um grupo de motociclistas vai aproveitar o Brasília Motocapital, e com ele a chegada de centenas de motociclistas na capital federal, e realizar um grande passeio de trilha. Por conta do sucesso do “trilhão”, este ano o passeio entrou no calendário oficial do evento que acontece de 22 a 26 de julho no Parque de Exposições da Granja do Torto.
“No ano passado reunimos 156 motos e o trilhão foi um sucesso. O percurso é simples e pode ser feito mesmo por iniciantes, desde que tenham moto off road”, conta Daniel Lima, um dos organizadores do trilhão e motociclista há 16 anos.

Este ano o trilhão vai ser realizado no sábado, dia 25, a partir das 9 horas da manhã. A largada e a chegada acontecem no Parque de Exposições da Granja do Torto e a ideia, segundo Daniel, é que o passeio termine às 13hs.

“O grande barato de fazer trilha é a companhia. É um esporte radical, tem seus riscos, mas reúne várias tribos e o espírito é sempre de ajuda mútua e parceria”, afirma ele.

Daniel conta que para fazer trilha é preciso sempre estar em companhia. “Não é um esporte solitário. Você tem que ir sempre com alguém mais experiente que você.”

A prática da trilha requer ainda o uso de equipamentos de segurança como capacete, luva, cotoveleira, colete, cinta abdominal, calça, joelheira, bota, óculos, entre outros.
Além do trilhão, também no sábado, às 16h, está confirmado o tradicional passeio motociclístico pelos principais cartões postais da capital federal. No ano passado, o passeio reuniu mais de 15 mil motos.

Mais informações sobre o trilhão podem ser obtidas no stand do Carrapatrilhas durante a XII edição do Brasília Motocapital, pelo email carrapatrilhas@gmail.com , ou pelos telefones (61) 9974-4260 (com Cassius) (61) 8180-9876 (com Daniel), (61) 9319-2161 (com Christian) e ou (61) 9137-3169 (com Kiko).
Brasília Motocapital 2015! Só vendo, só vindo!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Brasileiros enfrentam estrangeiros a mais de 300 km/h no GP Michelin em Goiânia

Matthieu Lussiana (esquerda) e Miguel Praia

Segundo evento do Moto 1000 GP em Goiânia acirra disputa entre pilotos de quatro países pela liderança do Brasileiro de Motovelocidade

Fonte: Grelak Comunicação.
A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade de 2015 leva o Moto 1000 pela segunda vez ao Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia. As corridas das quatro categorias da competição serão realizadas neste domingo (28), com boa parte das atenções da torcida voltada à disputa entre os pilotos brasileiros e os representantes de outros países pela vitória na GP 1000, série principal da competição que cumpre sua quinta temporada.
Pilotos de países distintos preenchem as quatro primeiras posições na tabela de pontuação. Atual campeão, o francês Matthieu Lussiana foi vencedor das duas primeiras etapas da competição, nas pistas paranaenses de Curitiba e Cascavel, e lidera o Brasileiro de Motovelocidade 19 pontos à frente do vice-líder português Miguel Praia. O brasileiro Wesley Gutierrez empata em terceiro lugar na classificação com o estreante argentino Sebastian Porto.

Lussiana, que venceu a primeira prova do Moto 1000 GP em Goiânia, no ano passado, é piloto do BMW Motorrad Petronas Racing, mesma equipe pela qual Porto cumpre sua primeira temporada no Moto 1000 GP. Ambos pilotam motos BMW HP4. Praia terá sua primeira experiência em Goiânia – não veio ao Brasil para a etapa de 2014 por coincidir com a data de seu casamento. Ele compete com a Honda CBR 1000RR SP da Center Moto Racing Team.

Porto empata em terceiro lugar no campeonato com Gutierrez, brasileiro melhor colocado, que pilota a Kawasaki ZX10-R da Motonil Motors-PDV Brasil. O quinto é o argentino recordista de vitórias da competição Diego Pierluigi, da JC Racing Team, que marcou as duas poles de 2015 com sua Kawasaki. Com cada um dos cinco avaliando suas chances de liderar a pontuação, a GP 1000 volta a Goiânia sob a expectativa de velocidades finais superiores a 300 km/h.

A GP 1000 passou a incorporar, em 2015, a classe Evo, para pilotos que buscam evolução de índice técnico e têm suas carreiras em fase de ascensão. A liderança da GP 1000 Evo é do paranaense Victor Moura, que levou a BMW da M2B Racing a segundos lugares nas duas primeiras etapas. Os paulistas Nick Iatauro, do Team Suzuki-PRT, e Diego Pretel, da DRT-Ducati, vencedores das duas etapas, são segundo e terceiro na pontuação.

MOTO 1000 GP – CATEGORIA GP 1000
(Classificação do campeonato após 2 de 8 etapas)
1º) Matthieu Lussiana (FRA/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, 52
2º) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing Team), Honda, 31
3º) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, 29
3º) Sebastian Porto (ARG/BMW Motorrad Petronas Racing), BMW, 29
5º) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, 28
6º) Danilo Lewis (SP/Tecfil Racing Team), Kawasaki, 19
6º) Marco Solorza (ARG/Solorza Competición), Kawasaki, 19
8º) Sebastiano Zerbo (ITA/Target Race Superbike Team), Kawasaki, 17
9º) Martin Solorza (ARG/Solorza Competición), Kawasaki, 16
10º) Victor Moura (PR/M2B Racing), BMW, GP 1000 Evo, 9
11º) Diego Pretel (SP/DRT), Ducati, 7
11º) Nick Iatauro (SP/Team Suzuki PRT), Suzuki, 7
13º) Philippe Thiriet (MG/Motonil Motors-PDV Brasil), Kawasaki, 5
14º) Ian Testa (DF/DON Racing Team), Ducati, 4
15º) Luís Fittipaldi (DF/JC Racing Team), Kawasaki, 3

GP 1000 Evo
1º) Victor Moura (PR/M2B Racing), BMW, GP 1000 Evo, 40
2º) Nick Iatauro (SP/Team Suzuki PRT), Suzuki, 34
3º) Diego Pretel (SP/DRT), Ducati, 25
4º) Ian Testa (DF/DON Racing Team), Ducati, 16
5º) Luís Fittipaldi (DF/JC Racing Team), Kawasaki, 13
6º) André Paiato (SP/Motonil Motors-PDV Brasil), BMW, 11
7º) Marcos Salles (PR/MS Racing Team), Honda, 10

GP MICHELIN – BRASILEIRO DE MOTOVELOCIDADE
(Os horários de treinos e corridas da terceira etapa do Moto 1000 GP)
Sexta-feira, 26 de junho
8h55 – primeiro treino livre da GPR 250 (25 minutos)
9h30 – primeiro treino livre da GP 600/GP 600 Evo (25 minutos)
10h05 – primeiro treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (25 minutos)
10h40 – primeiro treino livre da GP Light (25 minutos)
11h55 – segundo treino livre da GPR 250 (25 minutos)
12h55 – segundo treino livre da GP 600/GP 600 Evo (25 minutos)
13h30 – segundo treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (25 minutos)
14h05 – segundo treino livre da GP Light (25 minutos)
15h10 – terceiro treino livre da GPR 250 (25 minutos)
15h45 – terceiro treino livre da GP 600/GP 600 Evo (25 minutos)
16h20 – terceiro treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (25 minutos)
16h55 – terceiro treino livre da GP Light (25 minutos)

Sábado, 27 de junho
8h55 – quarto treino livre da GPR 250 (25 minutos)
9h25 – quarto treino livre da GP 600/GP 600 Evo (25 minutos)
9h55 – quarto treino livre da GP 1000/GP 1000 Evo (25 minutos)
10h25 – quarto treino livre da GP Light (25 minutos)
11h00 – Q1 da GPR 250 (20 minutos)
11h25 – Q1 da GP 600/GP 600 Evo (20 minutos)
13h10 – Q1 da GP 1000/GP 1000 Evo (20 minutos)
13h40 – Q1 da GP Light (20 minutos)
14h10 – Q2 da GPR 250 (10 minutos)
14h30 – Q2 da GP 600/GP 600 Evo (10 minutos)
14h50 – Q2 da GP 1000/GP 1000 Evo (10 minutos)
15h10 – Q2 da GP Light (10 minutos)

Domingo, 28 de junho
8h20 – warm up da GP Light (10 minutos)
8h40 – warm up da GPR 250 (10 minutos)
9h00 – warm up da GP 600/GP 600 Evo (10 minutos)
9h20 – warm up da GP 1000/GP1000 Evo (10 minutos)
10h05 – largada da GP Light (16 voltas)
10h55 – largada da GPR 250 (12 voltas)
12h10 – largada da GP 600/GP 600 Evo (16 voltas)
13h00 – largada da GP 1000/GP 1000 Evo (18 voltas)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Treinos extraoficiais abrem movimentação do Moto 1000 GP em Goiânia

Sessões preparatórias acontecerão na quinta-feira, véspera do início da programação oficial do Brasileiro de Motovelocidade

Fonte Grelak Comunicação
O Moto 1000 GP volta nesta semana a Goiânia para as corridas do GP Michelin, a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Com as corridas subdivididas nas categorias GP 1000/GP 1000 Evo, GP Light, GP 600/GP 600 Evo e GPR 250, o evento de domingo (28) no Autódromo Internacional Ayrton Senna terá cerca de 90 pilotos em ação. A organização espera mais de 30.000 nas arquibancadas, no paddock e nos camarotes.
A programação do GP Michelin será aberta na sexta-feira (26), com três sessões de treinos livres para cada uma das categorias em disputa. Contudo, a movimentação no autódromo terá início na quinta-feira (25), com treinos extraoficiais de todas as categorias. De adesão opcional, esta programação reúne maior parte das equipes inscritas, que valem-se dos treinos adicionais para antecipar a preparação do equipamento e a adaptação ao traçado.

A GP 1000, categoria principal do Brasileiro de Motovelocidade, destaca a disputa entre os principais pilotos nacionais e os representantes de França, Portugal, Itália e Argentina, que na reta principal do circuito de Goiânia veem a chance de superar os 300 km/h de velocidade final. A GP Light também utiliza motocicletas com motores de 1.000 cilindradas, sem os pneus slick. A GP 600, com 35 pilotos na pista, também frisa o duelo entre brasileiros e argentinos.

Nos treinos extraoficiais da quinta-feira, as categorias GP 1000, GP Light e GP 600 comporão um único grupo para quatro sessões de treinos com uma hora e meia de duração, cada. A programação prevê, também, quatro sessões de 30 minutos para a GPR 250, categoria de formação de pilotos implantada em 2013 que tem como característica principal o equilíbrio entre os pilotos nas corridas – as etapas evidenciam pelotões formados por várias motos.